Thursday, May 25, 2006

Concurso literário

Os prémios foram entregues hoje, 25 de Maio. Às vencedoras, que receberam prémios oferecidos pela Fundação Eugénio de Andrade, muitos parabéns e continuem a escrever!

http://www.fundacaoeugenioandrade.pt/

Thursday, May 18, 2006

e os vencedores do concurso são:

Muitos parabéns às vencedoras do concurso! São duas meninas que gostam de escrever e, quem sabe, não serão as próximas grandes poetas do país?
Não serão atribuídos os prémios de conto por falta de candidatos com qualidade.
Ísis DarkAngelizer
(3.º ciclo)

Sabedoria

Todas as tristezas que vivi
Serão esquecidas por ti,

Sabedoria!

Tesouro da minha vida.
Ilumina a minha alma vendida,
Conta-me uma história esquecida,

Sabedoria!

Vagueio nas sombras à tua procura
És a razão por que vivo!
Desejando-te, caio no desespero da loucura,
És o ar que respiro!
O meu maior pecado,
O meu crime perdoado,

Sabedoria!

Choro por ti sem uma lágrima derramar,
Percorro o Inferno para te encontrar
O vento sussurra o teu nome nos meus ouvidos
E eu procuro-te com todos os meus sentidos,

Sabedoria!

Vagueio por uma terra perdida,
Caminho numa floresta esquecida
Procuro-te,
Desejo-te,

Sabedoria!





F A S
(Ensino Secundário)

Sonhar

Arregalar os olhos
Como eles fechados,
Sentir na alma
Com o corpo parado;
É como se sonha…

Fadas e duendes
Na realidade inexistentes,
Pessoas desconhecidas
Que estão adormecidas;
É com o que se sonha…

Imaginar para o além
Da nossa imaginação,
Deixar o corpo fluir
Num berço sem fim;
É sonhar…

Começar do meio,
Acabar no princípio,
Continuar no fim,
O impossível…;
Que só é possível nos sonhos…

Numa manhã,
Numa tarde,
Numa noite,
Aconchegados nos lençóis
É quando se sonha…

Onde nada faz sentido
Onde tudo é diferente
Onde nadar é na terra
Onde andar é no mar,
É onde se sonha…

Sempre sem consciência,
Onde tudo é lindo
Nada tem de objectivo,
Histórias inexplicáveis
Acabadas de imaginar,
Rir e sonhar.

Quando tudo eStá cinzento
Acabamos por acOrdar
De um inferNo, um pesadelo
Que nunca se Há-de realizar.
Viver e senti-los com cAlma
Até mais tarde acoRdar…

Concurso Literário Boa Nova – Leça da Palmeira

Regulamento


O Concurso destina-se aos alunos da Escola Secundária da Boa Nova – Leça da Palmeira.

As modalidades são Conto (2 páginas no máximo) e Poesia (1 poema).


Cada concorrente pode entregar apenas um trabalho por categoria. O tema é livre.

Os trabalhos devem ser entregues em envelope fechado. No exterior do envelope, o concorrente deve escrever o seu pseudónimo.

O Envelope deverá conter:
o trabalho assinado com o mesmo pseudónimo;
outro envelope com Nome, Ano de Escolaridade, contacto de telefone/telemóvel.

Os trabalhos devem ser entregues na Biblioteca da Escola ou aos professores de Português até dia 28 de Abril.

O prémio consiste em livros. Será atribuído um prémio por ciclo (3.º ciclo e Secundário), em cada modalidade.


Os vencedores são contactados e serão divulgados os resultados em cartazes a afixar na Escola. Os trabalhos vencedores serão publicados a 18 de Maio em:

www.daasasatuaimaginacao.blogspot.com


Sempre que o entender, o Júri poderá atribuir menções honrosas.

Os prémios uma vez atribuídos, serão entregues, aos premiados distinguidos ou pessoas que os representem, a 23 de Maio.

O júri é constituído por três professores de Português da Escola e um representante da Fundação Eugénio de Andrade.

Os casos omissos e as dúvidas de interpretação deste regulamento serão resolvidas pelo Júri. Das decisões do júri não haverá apelações.



Organização: Núcleo de Estágio de Português

Thursday, May 11, 2006

texto informativo 3: O Jogo de Xadrez


Este jogo, o Xadrez, foi inventado na Índia no séc. VII, no ano de 650 d.C.. Na sua forma original o rei estava montado num elefante e não existia a rainha.
O jogo foi inventado porque Rajá, o rei da Índia, ordenou a um brâmane que inventasse um jogo que o distraísse nos períodos de inactividade militar. O brâmane, sendo sábio, inventou um jogo que representava a guerra, com dois exércitos, um de cada lado do tabuleiro, que representava o campo de batalha.
O jogo foi evoluindo, chegou à Itália meridional no séc. XI e espalhou-se pela Europa a partir da Península Ibérica e era jogado pelas classes mais educadas e sofisticadas. O jogo chegou à Europa através do mundo Islâmico, via Espanha e Itália, e espalhou-se por várias regiões. Foi por volta do séc. XVIII que o xadrez chegou à sua forma definitiva, ou seja, a actual.
O Objectivo do jogo é fazer com que o rei adversário se renda. o exército era representado por: rei, rainha, bispo, torres, cavalos e peões.
Deve-se jogar xadrez porque é um jogo lógico, onde nada é deixado ao acaso; não é possível ganhar por sorte, pois o que vale é a inteligência do jogador, e vence o melhor!

Déborah Cunha

texto informativo 2: O Jogo de Xadrez


O jogo de Xadrez teve origem no norte da Índia, por volta do ano 600 d.C..
Rajá era quem reinava na Índia, e ordenou aos brâmanes da sua corte que fosse inventada alguma coisa que o conseguisse distrair nos períodos em que não havia guerra.
Desde que o jogo foi inventado que se expandiu para vários países, como a Península ibérica, a Itália, a China, a Pérsia, entre outros. Este jogo era somente jogado pelos nobres.
O objectivo do jogo de xadrez é fazer com que o rei adversárioo se renda, mas, entretanto, é preciso ter um rápido raciocínio para se conseguir atacar, defender e antecipar as jogadas do adversário.
As figuras que existem no jogo de xadrez são: o rei, a rainha, bispo, cavalo, peões e a torre.
Na minha opinião, este jogo deve ser jogado porque desenvolve a nossa capacidade de raciocínio e ao mesmo tempo também é uma forma de nos distraírmos e de nos divertirmos!
Maria de Jesus

texto informativo 1: O Jogo de Xadrez


Este jogo foi inventado no norte da Índia, no século VII, no ano de 650 d. C.. Na sua origiem, o Rei estava montado num elefante e não havia rainha.
Foi inventado porque Rajá, um rei da Índia, queria um jogo interessante que o distraísse, já que não havia ninguém para combater... Então, um brâmane muito sábio, para cumprir as ordens do rei, inventou um jogo que representava a própria guerra - o xadrez. Mas isso é apenas o que a lenda diz.
Ao longo dos séculos, este jogo foi evoluindo na Península Ibérica e Itálica, na Pérsia e na China, e os jogadores passaram a ser os nobres da corte.
O objectivo deste jogo é semples, é apenas fazer com que o rei adversário se renda. Mas tem-se que atacar e defender e tentar antecipar as jogadas do adversário.
As figuras deste jogo são: reis, rainhas, bispos, torres, cavalos e peões.
Acho que devemos jogar xadrez porque é um jogo em que se puxa pela cabeça e que de uma maneira ou outra nos torna inteligentes.

Raquel Cunha

Thursday, March 09, 2006

A Vida de Mago


(uma versão diferente da história de Mago de Miguel Torga)

Era uma vez um gato chamado Mago, que deixou os seus amigos e a vida de um verdadeiro gato só para ir viver com D. Sância, que era uma senhora muito carinhosa e que tratava muito bem de Mago.
Com tudo o que D. Sância fazia, Mago definitivamente deixou de ser um verdadeiro gato.
Chegou a uma certa altura em que Mago, sempre que passeava na rua, ouvia bastantes críticas dos seus amigos, tais como:
- Olha o gatinho mimado!
Depois de Mago ter ouvido tantas críticas dos seus amigos, pôs-se a pensar e disse para si mesmo:
- Tenho que fazer alguma coisa para impressionar os meus amigos… quer dizer, ex-amigos, porque eles estão todos aborrecidos comigo por eu ter mudado tanto a minha personalidade…
Ao fim da tarde, depois de D. Sância ter dormido a sua sesta, Mago foi falar com ela e disse-lhe com muita delicadeza para ela não ficar triste com ele:
- D. Sância, acho que tenho de ir embora da sua casa.
D. Sância quase, quase a chorar, perguntou-lhe:
- Porque é que te vais embora, meu querido Mago?
- Porque eu mudei muito a minha personalidade desde que vim para aqui viver; até os meus amigos se afastaram de mim, porque eu já não saio com eles, já não como o mesmo que eles comem, enfim… já quase não sou um verdadeiro gato!
Os dois combinaram o que iriam fazer e Mago disse:
- Sou livre, mas venho todos os dias visitá-la, e até quem sabe se virei cá dormir uma ou duas noites, para matar saudades desta cama tão fofinha.
Dona Sância ficou um pouco triste, mas teve consciência de que um gato gosta de ter liberdade, e disse a Mago:
- Nunca me esquecerei de ti. Sempre que tiveres fome ou tiveres algum problema vem cá e eu ajudar-te-ei, meu lindo gatinho.
Mago despediu-se da sua dona e foi logo ter com os seus amigos do Tinoco, que ficaram muito contentes por o terem de volta.

Maria de Jesus

Monday, February 27, 2006

Diário de Viagem





No âmbito do estudo de O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia de Mello Breyner Andresen, foi proposta aos alunos da turma do 7.º D a actividade de programar, imaginar e descrever dois dias passados em Veneza ou em Florença. Dos dezasseis diários produzidos, professores e alunos escolheram três, todos eles, por coincidência, sobre Veneza.
Aqui ficam os eleitos:
Catarina Martins:
Veneza (27-2-2006)

Chegámos a Veneza. Instalámo-nos no hotel, eu e os meus amigos. Descansei um pouco no quarto e segui viagem ao desconhecido.
Fui visitar a praça de S. Marcos, relativamente perto do hotel, que é a praça mais famosa da cidade, cheia de pessoas e pombas. Depois do almoço, fui visitar o castelo de Veneza. Regressei ao hotel para um banho na piscina, seguido de um bom lanche num café ali perto. A seguir ao lanche fui visitar o museu Correr, situado na praça de S. Marcos. Este museu tem uma colecção bastante variada de objectos históricos e uma galeria de pintura dos séculos XIII a XVII. Saí do Museu e fui de gôndola à Igreja de Santa Maria dei Miracoli, uma Igreja em mármore em estilo renascentista, construída no século XV. Segui de gôndola a visitar, por alto, a ilha de Torcello.
À noite voltei para S. Maços, estive no Carnaval, mas… aconteceu um pequeno imprevisto. Pouca sorte! Estava eu e os meus amigos no meio do baile de máscaras, da algazarra e da euforia do Carnaval, todos contentes, até que eu me afastei para ir buscar refrescos. Apareceu um homem mascarado à minha frente, com uma farda muito engraçada, por sinal. Puxou de uma faca a assaltou-me. Julguei que estava a brincar, mas a sua expressão séria chamou-me à razão. Tirou-me os 30 € que eu tinha na carteira, mas, felizmente, deixou-me os documentos, se não!! Bem que ficava em Veneza sem poder regressar a Portugal! UFA!

Veneza (28-2-2006)

Na manhã e 28 de Fevereiro fui dar uma olhadela à ponte de Rialto, muito bonita. Fui almoçar, tomar um banho na piscina e fui visitar a ilha de San Giorgio Maggiore. Uma hora depois regressei à cidade para lanchar e, para depois do lanche, ir ver o magnífico palácio Ca’Rezzonico. Depois de sair do palácio, fui ver a Igreja dominicana (Santi Giovanni e Paolo). Fomos, todos, tomar banho no hotel. Fizemos também um passeio nocturno de gôndola e jantamos nela os quatro.

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Daniel:
Dia 27 de Fevereiro, em Veneza

Acordei às nove horas e meia e fui tomar o pequeno-almoço.
Passei de gôndola por toda a cidade. Vi grandes palácios, pontes, catedrais e ouvi risos e vozes de venezianos.
Quando fui almoçar, ia pagar e não tinha dinheiro. Para pagar, tive de lavar os pratos e já não pude ir visitar a Basílica de S. Marcos. Quando fui para o quarto, tinha a carteira em cima da cama…
Voltei a sair e fui de gôndola visitar as catedrais de Veneza e as praças, mas antes, eu fui lanchar a um café/esplanada.
Às vinte horas fui jantar no hotel e depois fui, às vinte duas, deitar-me.

Dia 28 de Fevereiro (2.º dia em Veneza)

O despertador não tocou e só acordei às 9 horas. Tomei o pequeno-almoço.
Fui visitar as ilhas Torcello e Lido, vi monumentos. Fui almoçar ao restaurante Locanda Ciprioni na ilha de Torcello.
E depois fui visitar o palácio Ca’d’Oro, onde entrei de gôndola…
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Catarina Neto:
Veneza, 27 de Fevereiro

No dia 27 de Fevereiro eu e os meus amigos só acordámos às dez horas da manhã. Entretanto descemos para tomar o pequeno-almoço; acabámos de o tomar e decidimos ir visitar Veneza.
Ao visitar a praça de San Marco fomos andar de gôndola. Por volta da uma hora da tarde andámos por Veneza a ver lojas, entrámos em várias para ver as roupas venezianas. Às duas horas, voltámos ao hotel para almoçar. Às três, quando ia a sair do meu quarto, apercebi-me de que não tinha a minha carteira… bem, foi uma loucura!... Procurei por Veneza inteira, porque não só tinha entrado nas lojas quase todas, como também não sabia em qual tinha sido a última em que gastei dinheiro! Bem, foi um pandemónio. Desisti de procurar e fui visitar o castelo. Para quê continuar a procurar se nem documentação tinha e o dinheiro que tinha era tão pouco?
De tanto passear, de tanto andar, decidimos, eu e os meus amigos, ir relaxar para a piscina de hotel. Estivemos na piscina uma horinha até porque o sol estava quente demais, e fomos lanchar a um cafezinho. Depois do café, fomos ao “Museo Correr”. Do museu, fomos de gôndola à Igreja de Santa Maria Formosa. Da igreja fomos para o hotel jantar, às vinte e uma horas. Visitámos a ilha de Torcello e, às vinte e duas horas, fomos para o Carnaval de Veneza. Bem, foi pela noite fora!

Veneza, 28 de Fevereiro

Dormimos, eu e os meus amigos, até às dez horas, porque, na noite anterior tínhamos estado a gozar o Carnaval, e mesmo assim acordámos com algum sacrifício, mas ainda tínhamos muita coisa a visitar.
Tomámos o pequeno-almoço, fomos visitar a ponte de Rialto e à uma hora fomos almoçar; às duas horas fomos para a piscina e às três horas fomos visistar San Giorgio Maggiore. Às quatro horas regressamos ao hotel para lanchar. Enquanto eles lanchavam, subi ao meu quarto para começar a fazer as malas porque era o nosso último dia em Veneza. Estava a tirar as malas debaixo da cama e o que é que eu encontrei??? Estava lá a minha carteira! Não valeu a pena correr Veneza toda à procura dela, porque ela tinha-me caído para debaixo da cama! Acabei de fazer as malas e fui lanchar.
Às cinco horas, fomos visitar Ca’Rezzonico. Às seis horas fomos a Santi Geovanni e Paolo, igreja dominicana. Às sete horas fomos para o hotel ver um filme. Às dez horas fomos ao passeio de gòndola nocturno e jantamos numa gôndola!
Foram dois dias maravilhosos ;) ;) ;)

Friday, February 24, 2006

o início

A turma do 7.º D da Escola Secundária Boa Nova - Leça da Palmeira criou, em conjunto com os professores de Português, um blog. A sua grande finalidade é divulgar os nossos textos produzios nas aulas ou em casa, mas também outros textos e imagens de que gostemos.